Análise do Call of Duty: Vanguard: Nota e Veredito
O Call of Duty: Vanguard, lançado em 2021, também se passa na Segunda Guerra Mundial. Ele se concentra em uma unidade especial internacional em vários teatros de guerra. Sua campanha mistura missões com personagens jogáveis diferentes, e seu multijogador levou a série para uma direção mais tática.
O que funciona
- A campanha apresenta locais e personagens variados.
- O ritmo tático do multijogador combina com quem prefere combates mais deliberados.
O que não funciona
- A história e os personagens são menos marcantes do que os melhores títulos da série.
- Muitos jogadores acharam que as mudanças no multijogador não foram suficientes para se destacar.
| Categoria | Nota |
|---|---|
| Jogabilidade e tiro | 7,5/10 |
| Visuais e som | 8/10 |
| Conteúdo e modos | 6,5/10 |
| Multijogador e comunidade | 6,5/10 |
| Custo-benefício | 6,5/10 |
Nossas notas são avaliações editoriais de 0 a 10, baseadas no design de cada jogo e nos recursos divulgados. Elas não são um registro de partidas jogadas por nós neste site.
Para quem é indicado
Para fãs de shooters da Segunda Guerra Mundial que querem um multijogador mais tático do que os Call of Duty recentes.
Veredito
Uma entrada sólida, mas sem grandes destaques. Nossa nota: 7,0 de 10.
Aproveitando melhor a campanha
A campanha do Vanguard alterna entre vários personagens e teatros de guerra, então preste atenção em quem você está controlando e por quê. As missões variam em ritmo: algumas são baseadas em furtividade e outras em grandes batalhas. Reservar tempo para explorar as áreas secundárias pode revelar mais contexto sobre os personagens, o que ajuda a história a parecer mais conectada.
Multijogador e o foco tático
O ritmo tático do multijogador combina com quem prefere manter posições e planejar cada avanço. Aprenda os mapas jogando algumas partidas nos modos rápidos primeiro. Muitos jogadores descobrem que o trabalho em equipe e o controle do mapa importam mais aqui do que apenas reflexos rápidos.
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